A estranha FOME EMOCIONAL: Descubra agora se você têm -> Você já passou por isso: abrir a geladeira ou armários da cozinha e devorar tudo o que encontrou ali? É um impulso incontrolável de comer, que tem como único objetivo acalmar nossas emoções com a ajuda da comida. Especialistas explicam o conceito de fome emocional, como distingui-la da fome fisiológica e como lidar com ela. Isso soa familiar para você? Mas o que é a estranha FOME EMOCIONAL? É uma cena comum em filmes e séries: alguém recebe uma má notícia, vai até o congelador, pega o maior pote de sorvete que encontra e começa a comer para afogar as mágoas. Este é um exemplo típico do que estamos prestes a discutir, a fome emocional. Você já ouviu falar disso antes? Vamos definir a fome emocional, distinguir da fome fisiológica e explicar como lidar com ela. Garantimos que as informações serão relevantes! Então, o que é fome emocional? A fome emocional é uma sensação avassaladora de que precisamos comer imediatamente, uma sensação que persiste mesmo depois de ter comido. Usamos a comida para mascarar, reprimir, abafar ou ocultar nossos sentimentos. Nós buscamos regular nossas emoções através da comida, buscando alívio e conforto para dores, tensões, raiva, frustrações e sentimentos de desamor para conosco e com nosso corpo. Quando usamos comida como escudo contra nossas emoções, não estamos realmente eliminando esses sentimentos, mas apenas suprimindo-os temporariamente. Estas emoções ainda permanecem presas em nosso corpo, prontas para surgir novamente. Afinal, quanto menos atenção prestarmos às nossas emoções, mais intensamente elas se manifestarão da próxima vez, criando um maior vazio emocional e um desejo ainda mais incontrolável de comer. Reconhecer e assumir a responsabilidade por nossas emoções é crucial, pois nenhuma comida pode realmente acalmar nossas emoções. Não haverá comida que acalme nossas emoções: Este processo cria um ciclo vicioso, do qual é difícil escapar sem a consciência apropriada. Após a compulsão alimentar, geralmente vem um sentimento de culpa por nosso comportamento. Nos sentimos fisicamente repletos, esgotados, sem vontade de sair do sofá e mentalmente insatisfeitos conosco mesmos. O que realmente queremos é ter uma alimentação saudável. No entanto, nos encontramos devorando uma barra inteira de chocolate rapidamente, e sem realmente desfrutá-la. Afinal, mesmo que achemos que estamos apreciando, a realidade é que só apreciamos as primeiras duas onças ou as primeiras mordidas. O que vem depois é um consumo impulsivo e voraz que ignora as necessidades do nosso corpo e dos nossos sentimentos. Ao sucumbirmos à fome emocional, estamos essencialmente desligando a nossa existência, evitando-nos no presente momento. Nos sentimos mal e fazemos escolhas ruins em relação à nossa dieta, optando por alimentos pouco saudáveis e nutricionalmente escassos até estarmos cheios. Por isso, é crucial entender o que está acontecendo conosco e como esse comportamento está afetando nossos sentimentos para escapar desse ciclo. Estar consciente é o primeiro passo para aprimorar nossa relação com a comida. Além disso, é vital entender a importância de reconhecer e validar nossas emoções. Para diferenciar entre a fome fisiológica e a fome emocional, temos que entender as seguintes características: Fome Fisiológica A verdadeira fome surge de forma gradual, aumentando aos poucos desde a última refeição. É paciente. Não sentimos uma ansiedade para comer, a menos que tenhamos passado muitas horas sem comer nada - é quando a verdadeira fome começa a emergir. Serve para atender a necessidade física de alimentação e nutrição. Nosso corpo nos informa sobre a necessidade de nutrir-se. Ficamos satisfeitos com qualquer tipo de alimento, não tendo um desejo específico por algum tipo de comida. Se estamos com fome ao chegar em casa, comemos a refeição que já foi preparada. Não sentimos a necessidade de comer novamente após um curto período de tempo, nos sentimos saciados. Fome Emocional A fome emocional surge repentinamente, independente de quando foi a última vez que comemos. Sentimos uma ânsia para comer. O desejo que queremos atender é emocional. Queremos aliviar nossas emoções com a comida, seja porque estamos com medo, tristeza, raiva, sentindo-nos solitários, entediados, estressados... Usamos a comida para calar nossas emoções naquele momento e, de certa forma, utilizamos a comida como forma de recompensa. Tendemos a escolher alimentos muito específicos para suprir essa fome emocional, geralmente ricos em gordura e açúcar, sentindo uma enorme necessidade de comer de maneira impulsiva e descontrolada. Se repetimos esse padrão sempre que nossas emoções são intensificadas, e usamos a comida como uma anestesia, a comida passa a nos proporcionar um alívio temporário, um prazer imediato e de curto prazo. Como podemos dominar a fome emocional? Reconhecer a presença da fome emocional Quantas vezes você se pegou abrindo a geladeira ou os armários da cozinha e consumindo tudo que encontrou? Quando perceber que está com uma vontade incontrolável de comer, faça uma introspecção para se acalmar. Diga a si mesmo "Vou comer mais tarde, primeiro preciso me tranquilizar". Este é o momento de colocar-se em primeiro lugar, antes da comida. Lembre-se, não é fome real. Como podemos nos tranquilizar nesses momentos? Vamos utilizar a respiração consciente como uma estratégia para amenizar a fome emocional. Sente-se de maneira confortável, relaxe os ombros, deixando-os soltos, coloque uma mão na barriga e a outra no peito e foque na respiração. A respiração deve ser abdominal (inspirando através do movimento do diafragma, de forma que o estômago sobe e desce, e não o peito). Inspire lentamente pelo nariz, sentindo o ar se mover para o abdômen até sentir que ele está cheio de ar. Exale lentamente pela boca, liberando o máximo de ar possível. Repita esse processo por 5 a 10 minutos para se acalmar. Identificar quais emoções e necessidades estão presentes É fundamental entender o que estamos sentindo e necessitando em cada momento. As emoções e necessidades reais se manifestam para serem ouvidas, expressadas e validadas. Um exercício de autoconhecimento que nos ajudará a gerenciar os sentimentos que nos acompanham em todos os momentos e aliviar nosso desconforto. Uma boa prática seria anotar em um caderno como nos sentimos, registrando nossas emoções. Identifique o que desencadeia o seu impulso para comer, por exemplo: quando tenho muito trabalho, discuto com meu parceiro, amigos, família..., quando me sinto sobrecarregado, quando recebo notícias inesperadas... Anote como se sente e o que precisa para melhorar seu estado de espírito. Quanto mais atentos estivermos às nossas emoções e necessidades, dando-lhes o espaço e a importância que realmente merecem, não precisaremos recorrer à comida para nos sentir bem. Quando administramos nossas emoções e atendemos às nossas necessidades, nos sentimos bem conosco mesmos e com aqueles ao nosso redor. No entanto, quando não fazemos isso e usamos a comida como recurso, obtemos um bem-estar falso de curto prazo. Após o consumo de alimentos, surge o sentimento de culpa e nos sentimos fisicamente sobrecarregados, cansados, sem vontade de fazer nada. Aprender a gerenciar emoções e ter uma relação saudável com a comida é um processo que exige confiança em si mesmo e paciência. Nem sempre as coisas sairão como planejado, e os obstáculos que surgem são oportunidades de aprendizado e progresso para curar a relação com a comida. Leia: JAMAIS faça isso quando o nariz sangrar

FOME EMOCIONAL: Descubra agora se você têm

Saúde

FOME EMOCIONAL: Descubra agora se você têm -> Você já passou por isso: abrir a geladeira ou armários da cozinha e devorar tudo o que encontrou ali? É um impulso incontrolável de comer, que tem como único objetivo acalmar nossas emoções com a ajuda da comida. Especialistas explicam o conceito de fome emocional, como distingui-la da fome fisiológica e como lidar com ela. Isso soa familiar para você?

 

 

Fome emocional x Fome fisiológica

É uma cena comum em filmes e séries: alguém recebe uma má notícia, vai até o congelador, pega o maior pote de sorvete que encontra e começa a comer para afogar as mágoas. Este é um exemplo típico do que estamos prestes a discutir, a fome emocional. Você já ouviu falar disso antes?

 

Vamos definir a fome emocional, distinguir da fome fisiológica e explicar como lidar com ela. Garantimos que as informações serão relevantes!

 

Então, o que é fome emocional?

A fome emocional é uma sensação avassaladora de que precisamos comer imediatamente, uma sensação que persiste mesmo depois de ter comido. Usamos a comida para mascarar, reprimir, abafar ou ocultar nossos sentimentos. Nós buscamos regular nossas emoções através da comida, buscando alívio e conforto para dores, tensões, raiva, frustrações e sentimentos de desamor para conosco e com nosso corpo.

 

Quando usamos comida como escudo contra nossas emoções, não estamos realmente eliminando esses sentimentos, mas apenas suprimindo-os temporariamente. Estas emoções ainda permanecem presas em nosso corpo, prontas para surgir novamente. Afinal, quanto menos atenção prestarmos às nossas emoções, mais intensamente elas se manifestarão da próxima vez, criando um maior vazio emocional e um desejo ainda mais incontrolável de comer. Reconhecer e assumir a responsabilidade por nossas emoções é crucial, pois nenhuma comida pode realmente acalmar nossas emoções.

 

Não haverá comida que acalme nossas emoções:

Este processo cria um ciclo vicioso, do qual é difícil escapar sem a consciência apropriada. Após a compulsão alimentar, geralmente vem um sentimento de culpa por nosso comportamento. Nos sentimos fisicamente repletos, esgotados, sem vontade de sair do sofá e mentalmente insatisfeitos conosco mesmos.

 

O que realmente queremos é ter uma alimentação saudável. No entanto, nos encontramos devorando uma barra inteira de chocolate rapidamente, e sem realmente desfrutá-la. Afinal, mesmo que achemos que estamos apreciando, a realidade é que só apreciamos as primeiras duas onças ou as primeiras mordidas. O que vem depois é um consumo impulsivo e voraz que ignora as necessidades do nosso corpo e dos nossos sentimentos.

Ao sucumbirmos à fome emocional, estamos essencialmente desligando a nossa existência, evitando-nos no presente momento. Nos sentimos mal e fazemos escolhas ruins em relação à nossa dieta, optando por alimentos pouco saudáveis e nutricionalmente escassos até estarmos cheios.

 

Por isso, é crucial entender o que está acontecendo conosco e como esse comportamento está afetando nossos sentimentos para escapar desse ciclo.

 

Estar consciente é o primeiro passo para aprimorar nossa relação com a comida. Além disso, é vital entender a importância de reconhecer e validar nossas emoções.

 

Para diferenciar entre a fome fisiológica e a fome emocional, temos que entender as seguintes características:

 

Fome Fisiológica

A verdadeira fome surge de forma gradual, aumentando aos poucos desde a última refeição.

É paciente. Não sentimos uma ansiedade para comer, a menos que tenhamos passado muitas horas sem comer nada – é quando a verdadeira fome começa a emergir.

Serve para atender a necessidade física de alimentação e nutrição. Nosso corpo nos informa sobre a necessidade de nutrir-se.

Ficamos satisfeitos com qualquer tipo de alimento, não tendo um desejo específico por algum tipo de comida. Se estamos com fome ao chegar em casa, comemos a refeição que já foi preparada.

Não sentimos a necessidade de comer novamente após um curto período de tempo, nos sentimos saciados.

 

Fome Emocional

A fome emocional surge repentinamente, independente de quando foi a última vez que comemos. Sentimos uma ânsia para comer.

O desejo que queremos atender é emocional. Queremos aliviar nossas emoções com a comida, seja porque estamos com medo, tristeza, raiva, sentindo-nos solitários, entediados, estressados… Usamos a comida para calar nossas emoções naquele momento e, de certa forma, utilizamos a comida como forma de recompensa.

Tendemos a escolher alimentos muito específicos para suprir essa fome emocional, geralmente ricos em gordura e açúcar, sentindo uma enorme necessidade de comer de maneira impulsiva e descontrolada.

Se repetimos esse padrão sempre que nossas emoções são intensificadas, e usamos a comida como uma anestesia, a comida passa a nos proporcionar um alívio temporário, um prazer imediato e de curto prazo.

 

Como podemos dominar a fome emocional?

 

Reconhecer a presença da fome emocional

Quantas vezes você se pegou abrindo a geladeira ou os armários da cozinha e consumindo tudo que encontrou? Quando perceber que está com uma vontade incontrolável de comer, faça uma introspecção para se acalmar. Diga a si mesmo “Vou comer mais tarde, primeiro preciso me tranquilizar”. Este é o momento de colocar-se em primeiro lugar, antes da comida. Lembre-se, não é fome real.

 

Como podemos nos tranquilizar nesses momentos?

 

Vamos utilizar a respiração consciente como uma estratégia para amenizar a fome emocional. Sente-se de maneira confortável, relaxe os ombros, deixando-os soltos, coloque uma mão na barriga e a outra no peito e foque na respiração.

 

A respiração deve ser abdominal (inspirando através do movimento do diafragma, de forma que o estômago sobe e desce, e não o peito).

 

Inspire lentamente pelo nariz, sentindo o ar se mover para o abdômen até sentir que ele está cheio de ar.

Exale lentamente pela boca, liberando o máximo de ar possível.

Repita esse processo por 5 a 10 minutos para se acalmar.

Identificar quais emoções e necessidades estão presentes

É fundamental entender o que estamos sentindo e necessitando em cada momento. As emoções e necessidades reais se manifestam para serem ouvidas, expressadas e validadas.

 

Um exercício de autoconhecimento que nos ajudará a gerenciar os sentimentos que nos acompanham em todos os momentos e aliviar nosso desconforto.

 

Uma boa prática seria anotar em um caderno como nos sentimos, registrando nossas emoções. Identifique o que desencadeia o seu impulso para comer, por exemplo: quando tenho muito trabalho, discuto com meu parceiro, amigos, família…, quando me sinto sobrecarregado, quando recebo notícias inesperadas… Anote como se sente e o que precisa para melhorar seu estado de espírito.

Quanto mais atentos estivermos às nossas emoções e necessidades, dando-lhes o espaço e a importância que realmente merecem, não precisaremos recorrer à comida para nos sentir bem.

 

Quando administramos nossas emoções e atendemos às nossas necessidades, nos sentimos bem conosco mesmos e com aqueles ao nosso redor. No entanto, quando não fazemos isso e usamos a comida como recurso, obtemos um bem-estar falso de curto prazo e após o consumo de alimentos, surge o sentimento de culpa e nos sentimos fisicamente sobrecarregados, cansados, sem vontade de fazer nada.

 

Aprender a gerenciar emoções e ter uma relação saudável com a comida é um processo que exige confiança em si mesmo e paciência. Nem sempre as coisas sairão como planejado, e os obstáculos que surgem são oportunidades de aprendizado e progresso para curar a relação com a comida.

 

Leia: JAMAIS faça isso quando o nariz sangrar

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